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ANOS

Há pelo menos 1 década em Moçambique não era muito comum ouvir-se falar sobre a identidade digital entre as pessoas, grupos, e empresas. Tudo isso era 90% estranho entre nós. Sim, era estranho e era muito mais comum a necessidade de venda tradicional, nessa altura a mais convencional e a mais dominante no pensamento dos fazedores mercado.

Dizemos e concordamos todos que o mercado sempre foi dinâmico e não estático, porém, a que lembrar que a sua velocidade e a velocidade da sua dinâmica esta directamente relacionada com a forma de pensar, com o mindset das pessoas; dos seus hábitos culturais, sociais e económicos. Na altura lembro que estavamos mais preocupados em vender e não de relacionar.

Após a minha licenciatura, num curso totalmente tecnológico (onde tive oportuniade de estudar não só a tecnologia digital, mas o sistema de comunicação global e a sua importância e impacto), mergulher no mercado de forma mais profunda para explorar a área e oferecer serviços ‘estranhos’, foi nessa altura que fundei a minha primeira empresa totalmente técnica e tecnológica em que o meu principal grupo alvo eram as empresas públicas – do governo, através de concursos públicos, e tive oportunidade na altura de participar de forma significativa na evolução e aperfeiçoamento da comunicação local e entre instituições, graças as novas ideias criativas e inovadoras que trazia.

O conhecimento digital quase que não existia. Lembro de ter participado num dos workshops do Governo, quando representava o Centro de Formação Young Africa, provavelmente em 2011, que visava a dessiminação, a integração da ciência digital nos centros de formação. A minha sorte, é que eu (por iniciativa própria e aprovação da YA) já havia incluido isso nos programas de ensino, e já transmitiamos e ensinavamos as pessoas, possivelmente, a Young Africa foi uma dos primeiros centros a nível Nacional a educar alunos técnicos com este conhecimento.

Era de facto escasso, e na altura as pessoas conheciam a tecnologia apenas para propósitos mais elementares como, digitar um documento, enviar e receber sms e chamadas, emails, e trocar conversas nas redes sociais. Mas a importância disso como ciência tecnológica e do seu poder real era desconhecido, principalmente pelo facto de que tinhamos um instrumento extraordinário e revolucionário.

Dentre vários problemas subsequentes, um dos problemas que encontrei, estava na própria cultura de fazer comunicação de produto ou serviço, que se resumia num marketing e numa venda tradicionalmente para vender hoje e agora, começava a ser cansantivo por ser constante as suas estratégicas e todo o mundo já fazia igual; era:

  1. Distribuição de folhetos nas ruas por todos lados;
  2. Colocação de cartazes nas paredes e nos postes;
  3. Montagem de Publicidades nos Outdoors;
  4. Comunicação boca-boca;
  5. Road Show barulhento nas praças;
  6. Campanhas barulhentas nas ruas e outras.

E tudo isso era repetido todos os dias, meses, semestres e anos, ainda que o resultado fossem iguais, pelo menos para zona centro e grande parte de Moçambique, a ideia era essa, apenas acreditava-se nessas estratégias de comunicar, como as melhores e as mais correctas.

Mozlista

 

#mais digital

Decidi por esses e outros factores, finalmente, fazer diferente, criar uma empresa voltada a imagem, uma empresa que de forma directa e indirecta poderia participar na transformação do mindset das pessoas, e tirá-las dessa treva, para a luz, decidi formar uma equipe e nos tornar-mos em um espéci de Messia de Moçambique para área de imagem – em parte conseguimos influencia em mudanças. Somente em 2015, comecer a desenhar o projecto, e em 2016 fundei a Mozlista, como A Moçambique Lista, com apenas único objectivo, criar identidade digital e combiná-la a identidade tradicional das empresas.

A sua implementação não foi fácil porque na altura, precisavamos educar os nossos colegas e depois as pessoas e os gestores das empresas, e os profissionais das áreas de gestão sobre o que é identidade digital e tradicional, que não davam a isso sequer, importância alguma. Bom o desafio já tinha sido lançado; o caminho era longo. Para a categoria do serviço que ofereciamos, precisavamos de fortes investidores. Tratando-se de um projecto de 2 anos em que consistia na mudança da mentalidade, após implementarmos parcialmente, decidimos suspender temporariamente (por causa da estratégia) e criar uma nova abordagem muito mais eficaz. Fizemos parcerias e sociedades com amigos, e decidimos melhorar a nossa oferta ainda mais, com estratégias muito mais inovadoras e interessantes, para continuamente nos posicionar como pioneiros nas nossas actuações.

Hoje a Mozlista, se posiciona como uma Holding, explorando mais 4 áreas de serviço no mercado, onde o desafio é providenciar soluções inodaras para estas áreas que são:

  • Gestão e Consultoria em Imagem
  • Consultoria em Tecnologia
  • Consultoria em Logística
  • Consultoria em Agronegócios
  • Consultoria em Construção

Actualmente contamos com mais de 20 trabalhadores efectivos e sazionais, distribuidos nas províncias. A Agência, trabalha com várias empresas, com instituições públicas, privadas e organizações não governamentais, e é membro de algumas associações de renome na praça. Somos parceiros de instituições governamentais e desenvolvemos diversos programas e projectos que visam o melhoramento da educação, da inserção profissional e da promoção de profissionais.

Estamos abertos a parcerias, joint venture, relações de cooperação, entre outros podendo contactar o nosso Gestor, através do email geral@mozlista.com.

#Posicionamento

Visão

Conectar marcas e pessoas ao mundo inteiro, criando soluções inovadoras, cômodas e que gerem valores económicos, sociais e culturais.

Missão

Promover a digitalização das marcas das empresas por forma a melhorarem a sua comunicação e relação com os seus clientes.

Valores

Constituem os nossos valores todos os valores humanos e profissionais que estabelecem uma relação harmoniosa com nossos clientes, amigos dos nossos clientes e pessoas no mercado.
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